Neste espaço colaborativo e de distribuição de conhecimento sua presença é fundamental. Aqui compartilho com você estudos, informações, crenças e busco somar esforços com todos e todas que concebem com responsabilidade a desafiante tarefa de educar na sociedade atual

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Meus Sites

domingo, 21 de setembro de 2008

Minhas Produções

No dia inicio do mês de setembro, precisamente 03.09.08, as 14h30 realizei defesa monográfica na UEPB concluindo curso de Especialização em Tecnologias na Educação sobre o tema " O vídeo digital como recurso multimídia integrado ao contexto escolar". O estudo apresenta e analisa intervenção pedagógica construtivista junto a campo escolar no 1º ano do ensino médio na disciplina de Biologia, esta como possibilidade para adensamento de aprendizagem colaborativa e motivacional, utilizando a interface Windows Movie Maker para produção de vídeos pelo alunos como parte dos estudos de revisão dos conteúdos do período "Organelas citoplasmáticas".
O VÍDEO DIGITAL NA SALA DE AULA

Dentre os usuários mais interessados nesse tipo de atividade estão crianças e adolescentes, um público que crescentemente se identifica muito com esse tipo de mídia, dado seu caráter altamente motivacional. Apesar de ser geralmente associada ao lazer e entretenimento a produção de vídeos digitais pode ser utilizada como atividade de ensino e aprendizagem com vasto potencial educacional ainda a ser explorado.


Vídeo Digital : possibilidade de colaboração e motivação na aprendizagem


É nesta fronteira dos estudos multimídia e motivacionais, que se credita que as inovações tecnológicas possam provocar mudanças no cotidiano escolar e que torna-se então vital, que em sala de aula se tenha acesso e se aprenda a utilizar tecnologias, quer utilitários, softwares específicos ou a apropriação consciente da World Wide Web e toda a gama de ferramentas e aplicativos multimídia.
Tal função ampliada, implica uma redefinição do papel do professor, do estilo de ensino, das concepções de aprendizagem e um novo papel dos intervenientes no processo de ensino que motivem a aprendizagem, colocando o aluno como centro, quer no trabalho que envolva projetos de pesquisa, troca de informações; quer em projetos colaborativos à base de autonomia, cooperação, análise, interpretação e partilha de dados, com vista a análise e resolução de problemas.
Várias experiências nesse âmbito vêm sendo desenvolvidas confirmando as expectativas da inserção do vídeo digital como recurso multimídia no contexto escolar “The value of video in research on teacher learning is also noted in the literature. Sherin and Han (2004) discussed the way that teachers use video of their classes to move their thinking from a focus on their actions to a focus on their students.”
Pode- se citar trabalhos já publicados, como o paper que trata de pesquisa qualitativa sobre Using Digital Video as a Research Tool: Ethical Issues for Researchers realizada na Austrália - University of Technology, Sydney por Sandy Schuck And Matthew Kearney. The authors have recently completed a collaborative research study, Students in the director's seat: Teaching and learning across the school curriculum with student-generated digital video involving case studies of five schools in Australia. The schools were asked to participate in the study because they O VÍDEO DIGITAL NA SALA DE AULA.

video

UEPB - A aula como exercício de curiosidade - Prática Pedagogica de Computação


"A segurança com que a autoridade docente se move implica uma outra, a que se funda na sua competência profissional"

Freire, pedagogia da autonomia 1996

sábado, 20 de setembro de 2008

Meu Cenário : UEPB Universidade Estadual da Paraíba


Estou vivenciando o semestre 2008.2 com meus grupos de alunos da Universidade Estadual da Paraíba. São oito turmas com as quais transito com a disciplina de Prática Pedagógica de Computação no Curso de Licenciatura em Computação. Recebo a cada período duas novas turmas. Afirmo cotidianamente meu interesse e busca de que pensar a prática é pensar certo como assinalou Freire em Pedagogia da autonomia (1996). Em cada traçado, em cada encontro fazemos mediações interessnate sobre tecnologia e prática docente. Percebo e invisto nesta juventude que busca conhecimentos que possuam uma relação concreta com sua realidade atual, bem como oportunidades de expressar suas opiniões. Na semana que vem no perído de 22 a 25 de setembro de 2008, estaremos trabalhando em Gts, objetivando o aprimoramento da formação docente e a inserção das tecnologias digitais na prática reflexiva dos futuros profissionais.

Participação em 2º Simpósio de Hipertexto e Educação em Recife











Os meios de comunicação informática, revistas, televisão, vídeo, têm atualmente grande poder pedagógico visto que se utilizam da imagem e também apresentam conteúdo com agilidade, interatividade, etc. Assim, torna-se cada vez mais necessário que a escola se aproprie dos recursos tecnológicos, dinamizando o processo de aprendizagem. Como a educação e a comunicação são indissociáveis, o professor pode utilizar-se de um aparato tecnológico na escola visando à transformação da informação em conhecimento. Porém, a simples presença do aparato tecnológico na escola não é suficiente para garantir mudanças no processo de ensino e de aprendizagem, pois a aparente modernidade pode mascarar um ensino tradicional baseado na recepção e na memorização da informação. A apropriação dos recursos tecnológicos somente tem sentido se utilizada para transformar as relações professor-aluno no processo educativo.
A expressa necessidade de um maior envolvimento entre as áreas tecnológicas e educacional é cada vez mais evidente. Hoje, a relação educação e tecnologia é presente em quase todos os estudos que analisam o contexto educacional. Mello (apud GRINSPUN, 1999) aponta que educação e políticas de ciências e tecnologia, ocupam lugar de centralidade nas decisões políticas em termos de qualificação dos recursos humanos, exigência de novos padrões de desenvolvimento.
Venho constituindo estudos e aprendizagens em torno da inserção de interfaces na minha prática pedagógiva , por acreditar ser preciso compartilhar ainda mais saberes e apropriar-me de possibilidades que enriqueçam e signifiquem o processo de aprendizagem do ensino superior. Para tal, participei do 2º Simpósio de Hipertexto e Tecnologias na Educação nos dias 17,18 e 19 de setembro de 2008. Apresentando resultados do estudo compartilhado sobre APRENDIZAGEM COLABORATIVA E INTERATIVIDADE NA WEB: EXPERIÊNCIAS COM O GOOGLE DOCS NO ENSINO DE GRADUAÇÃO. Esta experiencia colaborativa foi compartilhada com meus alunos do Curso presencial de Licenciatura em Computação aqui em Campina Grande -UEPB e com Fernando Pimentel, prof da Universidade Tiradentes na cidade de Maceió em cursos a distância. Foi encontro de muita afinidade intelectual, pessoal, de alegria e parceria. Valeu demais. http://cid-614b6cafcf976efa.skydrive.live.com/self.aspx/Público/Aprendizagem%20colaborativa%20Google%20Docs.pdf

Os meios de comunicação informática, revistas, televisão, vídeo, têm atualmente grande poder pedagógico visto que se utilizam da imagem e também apresentam conteúdo com agilidade, interatividade, etc। Assim, torna-se cada vez mais necessário que a escola se aproprie dos recursos tecnológicos, dinamizando o processo de aprendizagem। Como a educação e a comunicação são indissociáveis, o professor pode utilizar-se de um aparato tecnológico na escola visando à transformação da informação em conhecimento.Porém, a simples presença do aparato tecnológico na escola não é suficiente para garantir mudanças no processo de ensino e de aprendizagem, pois a aparente modernidade pode mascarar um ensino tradicional baseado na recepção e na memorização da informação. A apropriação dos recursos tecnológicos somente tem sentido se utilizada para transformar as relações professor-aluno no processo educativo. A expressa necessidade de um maior envolvimento entre as áreas tecnológicas e educacional é cada vez mais evidente. Hoje, a relação educação e tecnologia é presente em quase todos os estudos que analisam o contexto educacional. Mello (apud GRINSPUN, 1999) aponta que educação e políticas de ciências e tecnologia, ocupam lugar de centralidade nas decisões políticas em termos de qualificação dos recursos humanos, exigência de novos padrões de desenvolvimento. Foi vivenciando aspectos da aprendizagem colaborativa que participei do 2º Simpósio de Hipertexto e Tecnologias na Educação que aconteceu em Recife na UFPE nos dias 17, 18 e 19 de setembro. Lá pude apresentar resultdos do estudo feito sobre aprendizagem colaborativa e interativa na Web utilizando o Google डोक्स.

Compartilhando saberes

SBIE 2010

ENTRE EM CONTATO...

Apresentação de Augusto Franco no Nodo PB dia 12.09.09 em Campina Grande

CHAT : Educar na Era Digital

TRECHO DE TEXTO DE PAULO FREIRE

"De nada serve, a não ser para irritar o educando e desmoralizar o discurso hipócrita do educador, falar em democracia e liberdade mas impor ao educando a vontade arrogante do mestre" ( FREIRE, Paulo. Professora sim, Tia não, 1995)

Que tal Ler ??? INDICO PARA VOCÊ

Indico este livro que foi traduzido para o Português:

Homo Zappiens: educando na era digital/Wim Veen, Ben Vrakking: tradução Vinicius Figueira. - Porto Alegre: Artmed, 2009. 141 p.

Educar é um compromisso social

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Simpósio Integrador-Semana CEDUC/UEPB

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Maior Cajueiro do Mundo no Rio Grande do Norte

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Foto tirada por mim em 19.07.09

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É mais importante construir o ninho ou ensinar uma andorinha a voar?

Meu Cenário : UEPB Universidade Estadual da Paraíba

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Centro onde atuo no curso de Licenciatura em Computação