• Tema: "Novas Tecnologias, novos modos de ensinar e aprender: a web 2.0 no ensino".Debatedores: Profa. Sônia Bertocchi, Prof. Dr. Claudemir VianaData: 24/09 – Horário: 10h
Nota: o link estará habilitado no dia e horário indicados.
O biólogo chileno Humberto Maturana Romesin assim como foi tomado por Ivan Illich, Edgar Morin, Hakim Bey e investigadores mais recentes como Pierre Levy são referências para os esudos das redes sociais e dos sistemas sócio-educativos estruturados em rede chamados de AEL - Arranjos educativos Locais. Para fortalecer o interesse daqueles que estão especialmente interessados no assunto das novas formas de educação em uma sociedade em rede sugiro a leitura do seu artigo , reunido na coletânea "Emociones y lenguaje en educación y política" e traduzido por José Fernandes Campos Fortes e publicado no Brasil pela Editora UFMG (Belo Horizonte: 1998).
Hoje 12.09.09 os Paraibanos que se conectam através da Rede Vivo Educação se encontram presencialmente para uma agenda de convivência e a busca de projetos comuns em prol do conhecimento e da educação. A Rede Vivo Educação - A Sociedade em Rede foi criada com o objetivo de conectar pessoas dedicadas a explorar, propor e experimentar novos processos educativos na sociedade em rede. Sendo membro desta rede social participo do Grupo Encontros Regionais animado pelo criador da Rede Luis Fernando Guggenberger que já chegou a cidade de Campina Grande na Paraíba onde estou juntamente com Irisvânia Naque aqui da cidade também, coordenando este encontro de pessoas que do virtual fazem seus nodos locais.Na programação teremos a presença de Augusto Franco assessor da Rede Vivo que tratará sobre Redes Sociais e Arranjos Educativos Locais. Convido a todos vocês a ficarem linkados conosco em transmissão online através do site http://qik.com/vivoeduca

Oi

A Fundação Banco do Brasil divulgou no dia 18 de agosto de 2009, pela manhã, em Brasília (DF), a relação de tecnologias sociais certificadas no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2009. A premiação acontece a cada dois anos, para identificar, certificar, premiar e difundir produtos, técnicas ou metodologias que se enquadrem no conceito de 'tecnologia social' - uma proposta inovadora de desenvolvimento, que considera participação da comunidade no processo. O conceito está baseado na multiplicação de soluções sociais em áreas como alimentação, educação, energia, habitação, renda, recursos hídricos, saúde, meio ambiente, dentre outras. As tecnologias podem aliar saber popular, organização social e conhecimento técnico-científico. O importante é que sejam efetivas, reaplicáveis e que propiciem desenvolvimento social em escala. Nesta 5ª edição da premiação, 114 práticas inscritas foram certificadas, segundo os critérios de reaplicabilidade, efetividade da transformação social e interação com a comunidade. Desse total, 39 tecnologias sociais foram certificadas na área de educação, 20 relacionadas à geração de renda, 16 ao meio ambiente e 15 à saúde. Alimentação gerou 6 certificações, água 14 e habitação 4. Não houve tecnologias certificadas relacionadas ao tema energia.
Vejo como de extrema importância que todos e todas tenham acesso a esta informação sobre projetos e desenvolvimentos no campo da tecnologia social. São Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento com tecnologia, a Internet e o mundo glocalizado. Utilizo a expressão de Manoel de Barros em Arte de infantilizar formigas do Livro sobre nada (1996) quando diz "As distâncias somavam a gente para menos". Então, vamos reger outras letras, melodias, afinando os instrumentos , unindo as vozes, sedimentando a orquestra.




O que é???? Vamos conversar sobre???
De modo geral, uma rede social online é um grupo de pessoas reunidas na Internet a partir de interesses semelhantes. Não importa por meio de qual ferramenta se reúnem. Elas podem dialogar por meio de um blog, da troca de e-mails, do Twitter, de uma lista de discussão, de um ambiente próprio para abrigar agrupamentos, etc. Nestes, são fundamentais as interações, base para a estrutura, organização e dinâmica de sistemas como as redes sociais (RECUERO, 2005). Uma rede social online, portanto, existe enquanto seus participantes dialogam. Uma omunidade virtual é uma rede social online, mas na comunidade, o diálogo e a colaboração entre as pessoas são mais freqüentes, sistematizados, gerando um grau de comprometimento e responsabilidade entre elas. Como afirma Carvalho ( 2009) a intensidade nas relações, portanto, seria o elemento distintivo entre as redes e as comunidades virtuais. Tanto em rede quanto em comunidade, as pessoas aprendem umas com as outras, compartilhando informações, estudos, desafios, conquistas, descobertas. Esses agrupamentos podem constituirem-se em fontes para a atualização profissional, retomada de práticas, qualificação da prática, resolução de problemas, e assim vão propiciando prazer e variadas aprendizagens no ato de dialogar com alguém que pode entendê-lo, colaborar e ajudá-lo ous eja vivenciar aspectos da cooperação. Nas redes e comunidades virtuais, o educador se alimenta de novidades e de outras práticas para melhorar a sua ação de educar. Freire (1996) nos lembra que aprendendo socialmente se descobre que é possível ensinar. Historicamente, aprende-se a trabalhar maneiras, caminhos e métodos de ensino. Portanto, “ensinar inexiste sem aprender e vice-versa” (Pedagogia da autonomia, 1996, p. 23).
CONVIDO VOCÊ A PARTICIPAR DESTA DISCUSSÃO PELA MINHA REDE SOCIAL NO GT "rede sociais" no endereço http://educarnaeradigital.ning.com/profile/MariaLuciaSerafim

Indico este livro que foi traduzido para o Português:
Homo Zappiens: educando na era digital/Wim Veen, Ben Vrakking: tradução Vinicius Figueira. - Porto Alegre: Artmed, 2009. 141 p.