Neste espaço colaborativo e de distribuição de conhecimento sua presença é fundamental. Aqui compartilho com você estudos, informações, crenças e busco somar esforços com todos e todas que concebem com responsabilidade a desafiante tarefa de educar na sociedade atual
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Usar tecnologia para ensinar faz o aluno aprender mais?

Há mais de 25 anos tenta-se comprovar a eficácia do uso da tecnologia no ensino. Mas depois de tanto tempo, e de tanto marketing, ainda resta a pergunta será mesmo que o alunos aprende mais ao se utilizar tecnologia neste processo? Há sinalizaçõs epositivas a este respeito.Trata-se de Dois estudos inéditos que demonstram como a tecnologia ajudou a melhorar as notas de alunos da rede pública. A Fundação Carlos Chagas (FCC) acaba de concluir uma avaliação dos alunos de todas as escolas públicas do município de José de Freitas, no interior do Piauí, que desde o início de 2009 estudam com o apoio de lousas interativas, laptops individuais e softwares educativos. De acordo com o estudo, esses alunos melhoraram sua média de matemática em 8,3 pontos, enquanto os que não usaram a tecnologia avançaram apenas 0,2 ponto. O segundo estudo, da Unesco, braço das Nações Unidas para a educação, avaliou o desempenho de alunos de escolas públicas de Hortolândia, em São Paulo, que usaram salas de aula com lousa digital e um computador por aluno. O avanço foi de duas a sete vezes em relação aos colegas em salas de aula comuns. O sucesso, porém, depende de como a tecnologia é usada.




Não adianta trocar o caderno por notebook ou tablet sem ter estratégias e conteúdo para usá-los. Isso ficou claro em alguns fracassos no uso dos computadores. O Banco Mundial divulgou, no fim do ano passado, a avaliação de um programa do governo colombiano que distribuiu máquinas para 2 milhões de alunos. O impacto nas notas de espanhol e matemática foi próximo de zero. Em alguns casos, as notas até pioram depois da chegada dos aparelhos. Em 2007, uma pesquisa do Ministério da Educação do Brasil mostrou que alunos que estudaram, por três anos, em escolas com computador estavam pelo menos seis meses atrasados no aprendizado em relação aos outros. Em ambos os casos, os pesquisadores se limitaram a contar se havia computador na escola. Não avaliaram se as máquinas eram usadas para dar algum conteúdo, além dos cursos de processadores de texto e planilhas.

É por isso que, nos países mais adiantados na implantação de tecnologia, a discussão hoje é como usar a tecnologia da melhor forma. Nos países ricos, a questão do acesso às máquinas foi superada. Cerca de 97% da rede pública americana tem um computador por aluno. Na Alemanha, mais de 30 mil escolas estão equipadas desde 2001. Mas, depois de tanto tempo usando computador na sala de aula, as estatísticas de aprendizado nacionais não melhoraram significativamente. A pergunta é como usar a tecnologia de um jeito diferente. A Inglaterra criou um departamento só para pesquisar e avaliar o uso inovador da tecnologia em sala de aula. Na Coreia do Sul, o governo percebeu que, sem um conteúdo curricular fortemente relacionado à tecnologia, ela teria pouco efeito. Começou a produzir novos materiais didáticos para os computadores. “Ainda tendemos a conceber o papel da tecnologia como algo a que basta o aluno ter acesso que as coisas vão melhorar”, afirma o americano Mark Weston, estrategista educacional da fábrica de computadores Dell. “Essa era a ideia há 30 anos, mas agora sabemos que também é preciso ter boas práticas de ensino.” Veja entrevista com Mark Weston: "A tecnologia serve como mediadora"


quinta-feira, 29 de julho de 2010

Reunião Anual da Produção da Ciência - SBPC 2010

É um fervilhar de alunos universitários, cientistas, pesquisadores , atividades diversas como lançamentos de livros, teatro, espaço de exposição aberto aos alunos das escolas da região e um ir vir para minicursos, simpósios, palestras e comunicação na área de posters. Uma forma de fazer ciência e tecnologia onde convivem autoridades, jovens cientistas, educadores de todas as áreas do conhecimento. Dentre os diversos trabalhos expostos da UEPB estão alguns em torno da educação e tecnologias com alvo na inclusão digital e social, ferramentas de auxilio a prendizagem, robótica de baixo custo como também no campo de letras, curriculo dentre outros.



quarta-feira, 5 de maio de 2010

Educação profissional

Seminário ajudará a divulgar curso superior de tecnologia

Estão abertas as inscrições para o seminário internacional Cursos Superiores de Tecnologia: Educação e o Mundo do Trabalho. O encontro, no dia 31 próximo, em Brasília, reunirá delegações de várias partes do mundo. São elas delegações do Uruguai, Argentina, Canadá, França e Chile que já confirmaram participação. O seminário também marcará o lançamento da edição de 2010 do Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. Muito importante esta questão, no sentido de que as instituições federais, estaduais e demais se guiam por este catálogo quando da abertura de concursos para as necessidades de seus quadros.

No Brasil, o número de matrículas nesses cursos saltou de 81,3 mil em 2002 para 421 mil, de acordo com o Censo da Educação Superior divulgado no ano passado. Apesar do crescimento na oferta e na procura, grande parte da população e dos educadores ainda tem dúvidas, que vão da validade do diploma de nível superior à duração dos cursos.

O seminário, além de permitir a troca de experiências entre países, pretende ampliar a divulgação dos cursos tecnológicos. “O país cresce e o setor produtivo pede mão de obra qualificada. Os cursos superiores de tecnologia permitem a qualificação voltada para o mercado de trabalho em menor tempo”, afirma Ariane Chagas, coordenadora-geral de supervisão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Catálogo — A nova edição do Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia inclui dez novos cursos, divididos nos eixos tecnológico-militar (seis cursos), segurança (três) e apoio educacional (um). O Catálogo orienta instituições e estudantes sobre o teor e a infra-estrutura de cada formação. As inscrições para o seminário internacional devem ser feitas na página eletrônica do Ministério da Educação.

SBIE 2010

ENTRE EM CONTATO...

Apresentação de Augusto Franco no Nodo PB dia 12.09.09 em Campina Grande

CHAT : Educar na Era Digital

TRECHO DE TEXTO DE PAULO FREIRE

"De nada serve, a não ser para irritar o educando e desmoralizar o discurso hipócrita do educador, falar em democracia e liberdade mas impor ao educando a vontade arrogante do mestre" ( FREIRE, Paulo. Professora sim, Tia não, 1995)

Que tal Ler ??? INDICO PARA VOCÊ

Indico este livro que foi traduzido para o Português:

Homo Zappiens: educando na era digital/Wim Veen, Ben Vrakking: tradução Vinicius Figueira. - Porto Alegre: Artmed, 2009. 141 p.

Educar é um compromisso social

Educar é um compromisso social
Simpósio Integrador-Semana CEDUC/UEPB

Filmes Imperdíveis

  • A sociedade dos Poetas Mortos
  • Desafiando Gigantes
  • O Clube do Imperador
  • O ilusionista
  • O mundo dos insetos
  • O sorriso de Monalisa
  • O triunfo
  • Orquestra dos Meninos
  • Ponto de Decisão
  • Prova de Fogo
  • Quase Deuses

Maior Cajueiro do Mundo no Rio Grande do Norte

Maior Cajueiro do Mundo no Rio Grande do Norte
Localiza-se na praia Pirangi com área de 100 por 80 metros, produção de 70.000 cajus por ano, bem doces e já tem 115 anos. Minha foto predileta de setembro

Foto tirada por mim em 19.07.09

Foto tirada por mim em 19.07.09
É mais importante construir o ninho ou ensinar uma andorinha a voar?

Meu Cenário : UEPB Universidade Estadual da Paraíba

Meu Cenário : UEPB Universidade Estadual da Paraíba
Centro onde atuo no curso de Licenciatura em Computação