Neste espaço colaborativo e de distribuição de conhecimento sua presença é fundamental. Aqui compartilho com você estudos, informações, crenças e busco somar esforços com todos e todas que concebem com responsabilidade a desafiante tarefa de educar na sociedade atual

terça-feira, 30 de março de 2010

Geração Interativa no Brasil

Olá! Andei sumida e já com muita saudade dos meus amigos blogueiros, visitantes e seguidores. Ufa... muito trabalho, escrevendo um memorial para seguir no plano de carreira. Também em campo com meus projetos de extensão na UEPB e Escola Municipal Padre Antonino. Hoje, trago aqui esta nota sobre a geração interativa no Brasil. Pesquisas apontam que as crianças e jovens brasileiros usam a Internet, celulares, videogames e Tv mais para brincar do que para estudar. A pesquisa foi realizada pelo Programa Educarede e contou com a participação de 900 escolas públicas e privadas de sete países da América Latina que foram Argentina, Chile, Brasil, Colômbia, México, Peru e Venezuela. Leia em e aproveite para baixar o livro "A Geração Interativa".

sexta-feira, 19 de março de 2010

Exclusão digital pode prejudicar economia brasileira

Recortei esta matéria sobre exclusão digital do Plantão da Revista Inovação Tecnológica. É preciso mesmo que cada um de nós fique sabendo a quantas anda esta questão em nosso país na medida em que se constituem mais grupos de excluídos... e a quem se quer servir em nossa sociedade. Temos tudo a ver com isso...


Desplugados

Com apenas um terço de sua população com acesso à internet e um índice de penetração de banda larga menor que o de países como Argentina, Chile e México, o Brasil corre o risco de ver seu crescimento econômico comprometido devido a este atraso, segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

De acordo com dados do IBGE, mais de 65% dos brasileiros com mais de dez anos de idade não acessa a rede mundial, sendo que a grande maioria destes (60%) não o faz por não saber como ou por não ter acesso a computadores.

O número de desconectados no Brasil é muito maior, por exemplo, que o da Coreia do Sul - onde quase 78% da população tem acesso à rede -, que de grande parte dos países da Europa Ocidental e até mesmo que o do Uruguai, onde cerca de 40% das pessoas acessa a internet.

Banda estreita

A situação do acesso a conexões de banda larga, fundamentais para que se possa aproveitar todas as possibilidades multimídia da internet, ainda é mais grave.

A União Internacional de Telecomunicações, agência da ONU para questões de comunicação e tecnologia, estima que apenas 5,26% dos brasileiros tenham acesso a conexões rápidas.

Penetração da Banda Larga
Suécia
37,3%
Dinamarca
36,8%
Chile
8,49%
Argentina
7,99%
Uruguai
7,3%
México
7%
Brasil
5,26%
Fonte: UIT

O número é bem inferior à penetração da banda larga na Argentina, que é de 7,99%, Chile, onde a penetração é de 8,49%, e México, onde este índice é de 7%.

Com o objetivo de corrigir este déficit, o governo chegou a anunciar um Plano Nacional de Banda Larga, que pretende elevar a penetração das conexões rápidas no país para 45% até 2014. A implementação do programa, no entanto, deve ficar para o próximo governo.

TIC - Tecnologias de Informação e Comunicação

Mas não é só no ranking de penetração de banda larga que o Brasil está atrás de países com estrutura e economia similares. Um estudo divulgado pela União Internacional de Telecomunicações no final de fevereiro coloca o Brasil atrás de Argentina, Uruguai, Chile e até Trinidad e Tobago em um ranking de desenvolvimento de Tecnologias de Informação e Comunicação, área conhecida pela sigla TIC. Entre os motivos que levam o Brasil a registrar tal atraso estão problemas institucionais, de infraestrutura e as dimensões territoriais do país, que dificultam a instalação de uma grande rede de banda larga, por exemplo.

Custo da conexão à internet

Especialistas ouvidos pela BBC Brasil, no entanto, apontam os altos custos de conexão como um dos principais entraves para que a maioria dos brasileiros tenha acesso à internet. "O Brasil tem os custos de conexão mais caros do planeta. Hoje, nosso maior problema de infraestrutura é o 'custo Brasil de telecomunicação' e, este é um dos grandes problemas para aumentar o uso da internet", diz o sociólogo Sérgio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC e ex-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, órgão ligado à Casa Civil da Presidência da República. De fato, a União Internacional de Telecomunicações aponta que Brasil está no grupo de países onde mais se paga para ter acesso a serviços como internet, telefone fixo e celular. José Carlos Cavalcanti, professor do Departamento de Economia da Universidade Federal de Pernambuco e ex-secretário executivo de Tecnologia, Inovação e Ensino Superior do Estado, atribui os custos à elevada carga tributária e diz que pequenas variações no preço de acesso à internet poderiam já ter impacto na demanda. "Para cada 1% de redução no preço de um computador ou na tarifa de internet, a demanda aumenta 0,5%. Já se houver um aumento de 1% na renda das pessoas, a demanda aumenta 0,5%", diz Cavalcanti, citando um estudo de 2006 conduzido por ele para a Microsoft.

Efeito multiplicador da internet

É difícil mensurar o quanto o Brasil vem perdendo em termos de crescimento econômico e de empregos com este atraso. Dados da consultoria McKinsey&Company, no entanto, apontam que um aumento de 10% nas conexões de banda larga pode levar a um crescimento entre 0,1% e 1,4% no PIB de um país. Uma outra pesquisa, do Banco Mundial, indica que este crescimento pode ser de 1,38% em países subdesenvolvidos. Segundo a pesquisa da McKinsey, este crescimento econômico se dá por cinco fatores: primeiro devido ao impacto direto do investimento na rede de banda larga, depois pelo efeito da melhoria na indústria, seguido por aumento nos investimentos estrangeiros diretos e na produtividade e por uma melhora no acesso da população a informações. O mesmo estudo diz que se a penetração da banda larga na América Latina atingisse o mesmo nível da Europa Ocidental, 1,7 milhão de empregos poderiam ser criados na região. Autor de estimativas mais cautelosas, Raul Katz, professor da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, afirma que se o Brasil superasse seu déficit de banda larga - que ele estima ser de 5 milhões de conexões - nosso PIB poderia ter um crescimento de 0,08 pontos percentuais.

PIB e PIB Virtual

Mas não é só crescimento do PIB que o Brasil perde com o fato de a maior parte de sua população ainda estar desconectada. Para Gilson Schwartz, coordenador do centro de pesquisas Cidade do Conhecimento, da Universidade de São Paulo, esta perda causada pela desconectividade se dá em três categorias distintas. A primeira é a perda em termos de emprego e renda. Outra categoria, mais difícil de mensurar, é o que ele chama de 'PIB virtual', ou seja, toda a produção, negócios e os serviços que poderiam ser feitos completamente dentro da rede e que não são feitos devido aos altos níveis de desconexão. Quando você não tem banda larga, desenvolvimento digital, você está tirando trabalho e lazer. Nesse sentido você pode dizer que o déficit provocado pelo atraso digital é ainda maior do que o de qualquer setor tradicional

FIB - Felicidade Interna Bruta

Schwartz aponta ainda que as dificuldades de acesso à internet no Brasil trazem perdas em um "campo social, que mistura entretenimento, sexualidade, cidadania e identidade". "Quando você não tem banda larga, desenvolvimento digital, você está tirando trabalho e lazer. Nesse sentido você pode dizer que o déficit provocado pelo atraso digital é ainda maior do que o de qualquer setor tradicional", diz. "Sem dúvida alguma, sociabilidade, sexualidade, amizade e alegria estão cada vez mais disponíveis nas novas mídias, e quem não está acessando isso está perdendo aquele outro PIB, o FIB - Felicidade interna bruta. Assim (com a exclusão digital), a gente perde no PIB, no PIB virtual e no FIB".

sexta-feira, 12 de março de 2010

Unesp lança coleção com livros acadêmicos em formato digital

Esta semana fiz uma postagem convidando a todos para uma agenda coletiva de leituras e com satisfação li esta notícia da Agência Fapesp - 11/03/2010 sobre programa de publicações digitais da UNESP. Muito bom mesmo.

O Programa de Publicações Digitais lançou na internet 44 obras inéditas produzidas por pesquisadores da Universidade. Há mais 58 em preparação. Os livros são gratuitos e podem ser baixados por qualquer interessado. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) encontrou uma solução inovadora para oferecer acesso universal ao conhecimento produzido em sua pós-graduação: o Programa de Publicações Digitais, que lança nesta quinta-feira (11/3) sua primeira coleção, com 44 títulos inéditos. O programa, decorrente de uma parceria entre a Fundação Editora Unesp (FEU) e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG) da universidade, publica em formato digital livros exclusivamente produzidos para esse fim, com foco nas áreas de ciências humanas, ciências sociais e aplicadas e linguística, letras e artes. De acordo com o assessor da PROPG, Cláudio José de França e Silva, os títulos iniciais foram selecionados pelos Conselhos de Programas de Pós-Graduação da universidade. "No mesmo momento em que estamos lançando esses títulos, publicamos a chamada para a edição 2010 do programa, que editará mais 58 livros. O objetivo do programa, lançado em 2009, é editar 600 livros digitais em dez anos", disse França e Silva à Agência FAPESP. Sobre Universalização do conhecimento Segundo França e Silva, cada programa de pós-graduação da Unesp pode indicar até dois livros para publicação no âmbito do Programa de Publicações Digitais. "É uma maneira inovadora para dar vazão à grande produção acadêmica da Unesp nessas áreas do conhecimento. Todos os livros editados são derivados de pesquisas realizadas em nossos programas de pós-graduação, incluindo muitas teses e dissertações, além de trabalhos de docentes e egressos da universidade na última década", explicou que O objetivo principal é universalizar o conhecimento produzido pelos pesquisadores da Unesp em grande escala. "Boa parte da pesquisa fica restrita ao público acadêmico. Por outro lado, a publicação em papel de um volume tão grande de obras levaria anos e teria grandes custos. Com o programa, encontramos uma maneira viável para que esse conhecimento possa atingir um público amplo", disse. Como as obras passaram pelo crivo dos conselhos, o conjunto de 44 títulos é um reflexo dos próprios programas de pós-graduação da Unesp. "A seleção das obras leva de três a quatro meses para ser feita. No total, contando com todo o processo de edição e revisão, levamos cerca de um ano entre o início da seleção e a publicação dos livros", disse França e Silva.
Livros acadêmicos gratuitos
Segundo o assessor, existem outras iniciativas, em outras instituições, de disponibilização de conteúdos de livros na internet. Mas, pela primeira vez, uma universidade realiza um programa que publica obras projetadas, em sua origem, para o lançamento em formato digital.
"Esse é o caráter pioneiro do programa. A proposta é que esses livros permaneçam disponíveis em formato exclusivamente digital, sem qualquer custo para o leitor, democratizando a produção acadêmica da universidade", afirmou.
As diretrizes do programa vetam a produção de obras derivadas a partir dos livros digitais lançados, a fim de garantir a integridade das obras. Também não é permitida a comercialização.
"Os livros têm um conceito muito bem claro, com um padrão de capas e de editoração definidos. Com isso, bastaria imprimi-los, da maneira que estão apresentados na internet, para termos essas obras em papel. Mas a ideia é que sejam mantidos como livros digitais apenas", afirmou.
Para baixar os livros, segundo França e Silva, o leitor deve apenas preencher um cadastro sumário no site da Editora da Unesp e gerar uma senha que dá acesso às obras.
Suporte para os autores
"O projeto é de grande importância para os autores. Suas obras, com a chancela da Unesp, serão acessadas por um público universal, que nunca seria atingido se a publicação fosse em papel. Iremos, ainda, ter o controle da quantidade e localidade dos downloads, o que nos permitirá aperfeiçoar as estratégias de publicação no futuro", afirmou. Para França e Silva, o público não deverá oferecer resistência ao novo formato. "Quando se começou a digitalizar os periódicos houve uma resistência inicial, mas hoje a maior parte das publicações é feita nesse formato. No entanto, não acreditamos que o livro de papel esteja desaparecendo. Trata-se apenas de uma nova forma de divulgar a ciência", disse. Segundo ele, os livros digitais serão cada vez mais importantes, em particular para as áreas de humanidades e artes - por isso o programa tem foco nessas áreas. "Em geral, os pesquisadores das áreas de exatas e biológicas querem encaminhar suas pesquisas para periódicos o mais rápido possível. Mas nas áreas de humanas o livro tem um peso todo especial", disse. Os livros digitais da Unesp podem ser acessados no endereço www.culturaacademica.com.br.

terça-feira, 9 de março de 2010

Leitura é fundamental... vem comigo você também

Hoje eu acordei encantada mais ainda pela vida e pelas oportunidades que se descortinam quando somos mãos limpas e coração vibrante. Acredito nas possibilidades da colaboração e da cooperação como nós de uma rede onde pessoas compreendem-se juntas pelos elos da entreajuda, inclusão social e formação de comunidades de aprendizagem. Por isso, retorno aqui para tocar neste ponto que é o AEL – Arranjo Educativo Local, que são pessoas que se conectam em rede, em uma localidade, para aprender juntas. São locais, mas entendendo-se local como cluster, como sócio-territorialidade: pessoas conectadas com uma certa configuração – ou arranjadas de determinada maneira – criando um ambiente capaz de favorecer o processo educativo.Esse ambiente não é conformado pelas instituições hierárquicas já estabelecidas na localidade e nem pelos recursos materiais disponíveis (salas, prédios e por outros equipamentos) e sim pela rede social composta por pessoas interagindo. Quanto mais distribuída e conectada for essa rede, mais o ambiente será favorável ao aprendizado individual e coletivo. Os AEL estão baseados na idéia de que, para aprender, uma pessoa deve aprender a buscar com autonomia o que lhe interessa da sua própria maneira (tornando-se um buscador) e aprender a compartilhar o que buscou com outras pessoas gerando conhecimento a partir dessa interação (tornando-se um polinizador).Os AEL não são sistemas educativos (como as escolas) e sim sistemas sócio-educativos. Eles envolvem sempre, necessariamente, uma parcela da sociedade local onde se situam e estão voltados para o desenvolvimento humano e social sustentável (das pessoas e das comunidades) dessa localidade.Qualquer pessoa que tomar a decisão de catalisar um processo educativo será capaz de fazê-lo em relação àqueles temas com que tenha alguma intimidade. Desde que queira fazer isso. Desde que goste de compartilhar.Começando pelo mais básico: quem aprendeu a ler, escrever e contar – mesmo que só um pouquinho – pode ajudar outras pessoas a aprenderem isso também; e o melhor é que, assim procedendo, pode aprender ainda mais.Um jovem que adquiriu habilidades de navegar e publicar na Internet pode ajudar outras pessoas a também adquirir, pelo menos, parte dessas habilidades. Uma pessoa idosa que desenvolveu, ao longo de anos e anos de experimentação, suas próprias práticas de permacultura, pode refazer seu itinerário de aprendizagem com outras pessoas, jovens ou adultas. Fazendo isso não só terá oportunidade de compartilhar o que sabe, mas também de reaprender o que já esqueceu que sabe. E criará conhecimento novo sobre o assunto. Esta é a essência do AEL. Então, convido você leitor, seguidor, visitante deste blog a criarmos uma rede de sugestões e indicações de leituras de textos e obras no campo da educação, educação e tecnologias digitais e outros temas afins. Para tal, você pode participar pela rede http://educarnaeradigital.ning.com/profile/MariaLuciaSerafim que é administrada por mim. Lá teremos uma plataforma que favorece a criação dos foruns, de grupos de estudo, recebimento das indicações e de ampliação de convidados. Que acham...? ler, discutir, estudar juntos? O convite está feito... aguardo com alegria você por aqui no blog e por lá na ning.

Acesso universal à Internet



No plantão de noticias da Revista Inovação Tecnológica está em destaque esta matéria sobre acesso universal à Internet apontando que:

Quatro em cada cinco adultos no mundo consideram o acesso à internet um direito fundamental do ser humano, segundo uma pesquisa realizada em 26 países para o Serviço Mundial da BBC. Das mais de 27 mil pessoas entrevistadas, 87% das que usam a rede mundial de computadores defenderam o direito de ter acesso a ela. Entre os não-usuários, 71% disseram que deveriam ter o mesmo direito.O Brasil foi um dos países que mais defenderam esse ponto de vista, com 91% dos entrevistados concordando com o direito ao acesso à internet. A Coreia do Sul (com 96%), o México (com 94%) e a China (com 87%) também estão entre esses países.
MAS...
Apesar do entusiasmo geral com a rede mundial, a maioria (55%) disse que poderia viver sem a internet. Os brasileiros estão entre os que menos julgam a rede mundial de computadores essencial para suas vidas. A pesquisa foi realizada pelo instituto internacional GlobeScan para a série SuperPotência da BBC, que durante o mês de março vai trazer reportagens e análises explorando o poder da internet. Foram entrevistados 27.973 adultos de 26 países, em novembro de 2009 e fevereiro de 2010. Dos que responderam às perguntas, 14.306 são usuários da internet.A pesquisa mostrou ainda que a maioria dos usuários entrevistados vê como positivas as mudanças que a internet trouxe às suas vidas, principalmente o volume e a variedade de informações que ela oferece.Para 90% dos entrevistados, a rede mundial de computadores é um "bom lugar para se aprender". E 78% sentem que a internet deu a eles mais liberdade. Pouco mais da metade (51%) disse gostar de navegar em sites de relacionamentos sociais, como o Facebook e o MySpace, mas apenas 30% afirmou que a rede é um bom lugar para se encontrar um namorado ou namorada.O papel da internet como fonte de entretenimento, ferramenta para pesquisas e compra de produtos e serviços, e espaço para um debate criativo foi menos mencionado entre os aspectos mais valorizados da rede.
Riscos da Internet
Muitos dos entrevistados também se mostraram cautelosos com a rede mundial de computadores. Cerca de um terço deles (32%) diz que as fraudes são o aspecto mais preocupante da internet. Outros 27% acreditam que o pior problema é o conteúdo violento e explícito presente em muitos sites.Praticamente metade das pessoas que responderam à pesquisa (49%) acreditam que a internet não é um lugar seguro para elas expressarem suas opiniões. Na Alemanha, este número sobe para 72% dos entrevistados, acompanhado de 71% na França e 70% na Coreia do Sul.A sondagem também mostrou que 53% dos entrevistados creem que a internet não deveria ser regulada pelos governos.
Informação e comunicação
Ainda segundo a sondagem, 50% dos brasileiros acham que o aspecto mais valioso da internet é o acesso a todo tipo de informação. O segundo aspecto mais valorizado no Brasil é a possibilidade de comunicação com outras pessoas (opinião de 32% dos entrevistados). Os brasileiros também estão entre os mais entusiasmados com as redes de relacionamento, como o Facebook e o Orkut, com 60% deles admitindo que gostam de dedicar seu tempo a elas. A média mundial para este tipo de atividade é de 51%. Entre os entrevistados no Brasil, a maior preocupação em relação à internet é a possibilidade de se deparar com conteúdo violento e explícito.

domingo, 7 de março de 2010

COBESC em Campina Grande na UFCG



Oi pessoal


Como vão? Muitas oportunidades de encontro, de publicação, de confluências e aprendizagens começam a se descortinar neste semestre de 2010. Por isso, divulgo aqui este evento que ocorrerá na UFCG aqui na cidade de Campina Grande na Paraíba no período de 14 a 17 de junho . Vamos nos encontrar por lá? Saiba mais

Cronograma e Inscrição
Cronograma:
Submissão de proposta de mini-curso: até 16 de março de 2010

Inscrições de trabalhos:
Inscrições dos trabalhos e envio dos resumos - 31 de março de 2010
Envio dos trabalhos - 24 de maio de 2010
Inscrição, sem apresentação de trabalho: até 14 de junho de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

LACLO 2010



Vale a pena informar-se e participar do V Congresso Latinoamericano de Objetos de Aprendizagem. Este ano 3 universidades brasileiras se unem para coordenar este congresso que acontecerá entre 27 de setembro e outubro de 2010 em São Paulo. Saiba mais...

domingo, 28 de fevereiro de 2010

INTERNET E CRIANÇAS: Algumas reflexões

A Internet pode ser um lugar excepcional para que as crianças aprendam, conversem com os amigos da escola e simplesmente relaxem e explorem. Mas, da mesma forma que a Web pode ser útil, ela pode ser um perigo para as crianças. Antes de deixar que seu filho, ou aluno, se conecte, certifique-se de estabelecer um conjunto de regras que todos possam aceitar.
Se você não sabe por onde começar, a seguir oferecemos algumas idéias que você pode comentar com eles para ensiná-los a utilizar a Internet de forma segura.

1ª - Compartilhando - Estimule seus filhos a compartilhar as experiências da Internet deles com você. Conhecer a web é a melhor forma de ajudar seu filho a evitar suas perigosas armadilhas. Seu filho respeitará conselhos dados com conhecimento de causa, mas os rejeitará se ele perceber que você não conhece o assunto.

2ª - Percepção apurada - Ensine seus filhos a confiar em sua intuição. Se algo on-line os deixa nervosos, eles devem dizer isso a você.

3ª - Senhas - Se seus filhos visitam salas de bate-papo, utilizam programas de mensagem instantânea, jogos on-line ou outras atividades na Internet que solicitam login e senhas para identificação, ajude-os a escolhê-lo e certifique-se de que ele não revele dados privados.

4ª - Informação pessoal - Insista para que seus filhos nunca divulguem seu endereço, número de telefone, escola onde estudam ou qualquer outra informação pessoal.

5ª - Real/Virtual - Ensine seus filhos a diferença do que é bom e do que é ruim na Internet e compare com situações do mundo real.

6ª - Respeito - Mostre aos seus filhos como respeitar os demais, on-line. Certifique-se de que eles saibam que as regras de bom comportamento não mudam somente porque estão em uma máquina.
7ª - Cuidado com estranhos - Diga aos seus filhos que eles nunca devem marcar um encontro pessoal com amigos virtuais. Explique que os amigos on-line podem não ser quem dizem que são.

8ª - Parece mas não é - Ensine a eles que nem tudo o que lêem e vêem on-line é verdade. Estimule-os a perguntarem se não estão seguros.
9ª - Controle - Controle a atividade on-line dos seus filhos com software de Internet avançado. A proteção infantil pode filtrar conteúdo prejudicial, supervisionar os sites que seu filho visita e averiguar o que ele faz neles.


Fonte: Movimento Internet Segura

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

CONFAP - Estou com um texto publicado Aqui

Olá


Foi com muita satisfação que atendi ao email do CONFAP solicitando um texto escrito por mim e que faz parte da coluna do Paraibaonline sobre "A Internet como fonte de pesquisa", tema este que tem se tornado fonte do interesse de vários estudiosos.


Bem, o que é O CONFAP ?


É o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa. É uma organização sem fins lucrativos que tem por objetivo maior articular os interesses das agências estaduais de fomento à pesquisa. Criado oficialmente em 2007, o conselho já agrega fundações de vinte e dois estados mais o Distrito Federal. A mais recente, que teve suas atividades iniciadas em 2008, é a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará – FAPESPA. Agora, para que o Confap reúna instituições de todo o país, resta apenas que os Estados de Rondônia, Roraima, Amapá e Tocantins criem as suas fundações. Leia os artigos e saiba mais ...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Existe uma política digital brasileira?

Cláudio Prado - Coordenador de políticas digitais do Ministério da Cultura responde a esta pergunta.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

V Semana de Humanidades - UEPB campus III

Em breve na UEPB Campus III em Guarabira haverá um evento muito interessante sobre " Interface dos Saberes, formação docente e diversidade cultural" O período é de 24 a 28 de Maio de 2010. Poderemos nos Inscriver com publicação e envio do trabalho completo:até 31 de MARÇO. Os GTs são ricos em temas e dois destes trazem temáticas de estudo e discussão com ênfase em GT-04 - INTERFACES ENTRE AUDIOVISUAL, CONTEÚDO WEB,TELEVISÃO E ARTE SEQUENCIAL NO AMBIENTE ESCOLAR e o GT-13 - EDUCAÇÃO, PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E NOVAS TECNOLOGIAS. Vamos juntos participar desta rica semana em aprendizagens. Mais detalhes veja pelo site http://www.dafrainformatica.com/humanidades/

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Zappiens traz vídeos científicos e educacionais gratuitos

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) lançou o Zappiens.br, um serviço gratuito de distribuição de vídeos com conteúdo científico, educativo, artístico e cultural em língua portuguesa. A novidade foi feita em parceria com o Arquivo Nacional, a Universidade de São Paulo (USP), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), de Portugal.Com acesso gratuito, o objetivo é disseminar cultura, informação científica e tecnológica entre diversas comunidades", disse Henrique Faulhaber, conselheiro do CGI.br.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

INTERNET NO BRASIL

Vejam essa... nós, brasileiros, gastamos mais tempo navegando na Internet do que dançando em baladas?Será?? de cada 3 brasileiros 1 está conectado? Não é a toa então que batemos os norte-americanos e os japoneses em tempo de navegação. Eles devem estar curtindo outras coisas ... Saiba que tamanho está o Orkut no Brasil, quanto cresceu o último fenômeno das redes socias, o Twitter, em coloridas terras tupiniquins. Estas informações são úteis para estudantes, educadores e todos que trabalham para a melhoria da comunicação e da Educação.

Livro Cultura da interface-Steven Johnson




Oi Pessoal




Ando com saudades de todos e todas. Como sabem a vida é sempre uma construção e eu precisei depurar para continuar na luta pelo minha vocação: Ser Feliz. Recebi esta informação de um grupo composto por ex-alunos meus da Especialização em Tecnologias Educacionais da UEPB e estou compartilhando com vocês. É o seguinte:Steven Johnson é um influente pensador do ciberespaço. E agora seu livro Cultura da interface: Como o computador transforma nossa maneira decriar e comunicar – cria uma ponte entre tecnologia e arte. Para tal demonstra como as interfaces – aqueles botões, figuras e palavras na tela através dos quais se controla a informação – interferem em nossa vida cotidiana, delineia um exuberante panorama cultural e histórico, no qual as interfaces atuais assumem seu devido lugar na linhagem da inovação artística. O livro está Escrito em estilo original e acessível, Cultura da interface confere nova profundidade à discussão vital sobre como a tecnologia transformou a sociedade, e certamente a obra provocará um amplo debate nos variados círculos tanto literário como tecnológicos. Então vá no link abaixo e usufrua desta leitura .

http://www.4shared.com/file/218767362/b0d6433d/Steven_Johnson_-_Cultura_da_in.html

sábado, 30 de janeiro de 2010

II Encontro Livre em Recife - Software Livre

Muito interessante a proposta do Pontão da Eco http://www.pontaodaeco.org/ii-encontro-livre-em-recife .O II Encontro Livre – Disseminando Cultura e Conhecimento acontecerá  de 10 a 12 de março, em Recife/PE. O evento tem como objetivo promover o diálogo entre a cultura livre e assuntos que permeiam sua construção como tecnologia, software livre, meio ambiente, propriedade intelectual, igualdade de gênero, comunicação livre e arte, por meio de edições temáticas.A programação do evento gratuito não está fechado. Quem quiser dar uma palestra sobre um dos temas acima, basta preencher um formulário disponível na aba “submissão de trabalhos” do site até o dia 14 de fevereiro. A ideia do encontro é:* Estimular o intercâmbio de experiências entre público, grupos de usuários e profissionais para difundir a cultura do Software Livre e a sua importância social por meio de exibições de vídeos, palestras e mesas redondas;* Contribuir para o desenvolvimento de tecnologia local com o uso do Software Livre, seja no campo empresarial, junto a administradores públicos ou usuários finais;* Problematizar as relações entre o público consumidor/produtor e as mídias comunicacionais;* Ampliar a discussão acerca da interferência das Novas Tecnologias na produção da informação. O perfil do encontro no Twitter é @encontrolivre. Mais informações em http://encontrolivre.org/2010/

II Encontro Livre – Disseminando Cultura e Conhecimento

10 a 12 de março de 2010, das 15h às 20h

Livraria Cultura Paço Alfândega - Rua Madre Deus, s/n – Recife/PE - Entrada Franca

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Blogueiros Mirins no Campus Party 2010

Oi pessoal
Estou acompanhando pela  Internet ( canais, Youtube, redevivo, mvmob) alguns momentos da Campus Party 2010. Inclusive  a TV educativa cobriu o evento ontem dia 26.01.  Pois é  foi ontem que as "crianças digitais", "nativos digitais", "crianças 2.0" entre outros, como  tentam classificar a geração que já nasce com um celular, ou uma câmera (digital, claro) na mão estiveram presentes a palestra "Grande Rede, Pequenos Produtores". Um bate-papo promovido pela jornalista e blogueira @samegui, junto de mães, "crianças 2.0", educadores e platéia.O encontro com blogueiros mirins atraiu a atenção de muitas pessoas e também da imprensa. O vocabulário criativo da criançada impressionava e provocava comentários. Alguns jornalistas diziam: “estou impressionado com o vocabulário dessa meninada…”  É... mesmo um mundo em mudança que se descortina a cada dia e nossa participação nele precisa ser  a de um homem e de uma mulher de  um novo tempo, onde há a presença   de autores  conectados em rede. E isso nos conduz  a novos modos de aprender e apreender. Somos chamados à criação, pois  essas são  crianças que estão nas escolas do Brasil hoje.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Abertas as inscrições para a 62ª Reunião Anual - Em Natal

Considero a SBPC um grande evento destinado ao desenvolvimento da ciência e tecnologia. Venho participando enviando trabalhos de pesquisa que oriento junto aos meus alunos graduandos da UEPB no Curso de Licenciatura em Computação. Na reunião da SBPC de 2009 que ocorreu em Manaus tratamos da aplicação de softwares na formação do professor de matemática e sobre  a prática pedagógica no ensino superior agregada ao Google Groups. Para 2010  a SBPC ocorrerá em Natal. Então, mais próxima de nós aqui da Paraíba. É hora de começar a motivação para este evento de produção científica. Trago as informações para que você fique contagiado por esta boa idéia.



Já estão abertas, no site www.sbpcnet.org.br/natal, as inscrições para a 62ª Reunião Anual da SBPC, que será realizada de 25 a 30 de julho de 2010, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal (RN). O tema central do evento será “Ciências do Mar: Herança para o Futuro” – assunto escolhido pelo fato de o litoral brasileiro se constituir em um ecossistema de alta relevância ambiental, com significativo potencial econômico e social para o País. Até 21 de fevereiro, os interessados em se inscrever no evento terão descontos maiores na taxa de inscrição. Sócios da SBPC, nas categorias de estudantes de ensino superior e/ou professores da educação básica ou técnica e/ou sócios de sociedade associada, pagam R$ 20,00; professores de ensino superior e outros profissionais pagam R$ 50,00. Não sócios da SBPC pagam R$ 40,00 e R$ 100,00, nas respectivas categorias. Já quem se associar à SBPC até essa data terá isenção na taxa de inscrição. Paga apenas pela anuidade: R$ 60,00 (estudantes, professores da educação básica ou técnica e/ou sócios de sociedade associada) ou R$ 110,00 (professores de educação superior e demais categorias), e tem ainda a vantagem de receber gratuitamente assinaturas da revista Ciência e Cultura e do Jornal da Ciência . Atividades - Os inscritos na 62ª Reunião Anual da SBPC, além de terem a oportunidade de assistir a centenas de conferências, simpósios e mesas-redondas com a participação de cientistas renomados, têm direito de se inscrever (mediante pagamento adicional de R$ 10,00) em um dos minicursos que serão ministrados durante o evento. A inscrição no evento também dá direito à submissão de resumos de trabalhos científicos, de qualquer área do conhecimento, de estudantes, professores de educação superior, pesquisadores ou profissionais; e de trabalhos de professores de educação básica ou técnica que versem sobre experiências ou práticas de ensino-aprendizagem. Os resumos submetidos pelos autores serão analisados e, caso sejam aceitos, serão programados para apresentação nas sessões de pôsteres (Leia as normas no site do evento). Sobre o evento – A Reunião Anual da SBPC é um dos maiores eventos científicos do Brasil. Realizado desde 1948, com a participação de autoridades, gestores do sistema nacional de ciência e tecnologia (C&T) e representantes de sociedades científicas, o evento é um  importante meio de difusão dos avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento e um fórum de debate de políticas públicas em C&T. Além da programação científica, são realizados diversos eventos paralelos, a exemplo da SBPC Jovem (programação voltada para estudantes do ensino básico e para a população infanto-juvenil no geral), da ExpoT&C (mostra de ciência e tecnologia), e da SBPC Cultural (atividades artísticas regionais). O evento reúne milhares de pessoas, entre cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, e profissionais de diversas áreas. Em todas as edições, o público circulante tem sido superior a 10 mil pessoas. Mais informações no site do evento: www.sbpcnet.org.br/natal.

Senha mais usada na internet é '123456', confirma pesquisa

Oi pessoal, leiam esta...  texto da revista virtual Inovação Tecnológica  em  Plantão de notícias
BBC - 22/01/2010

Sem segurança

Um estudo feito por uma empresa de segurança de dados dos Estados Unidos revelou quais são as senhas mais comuns usadas pelas pessoas para acessar sites e serviços pela internet.A empresa Imperva analisou 32 milhões de senhas recentemente reveladas após um ataque de hackers ao site RockYou.com.Na lista, entre as dez senhas mais comuns, estão cinco versões mais longas ou mais curtas da sequência de algarismos de 1 a 9.Senhas triviais. Em primeiro lugar está a senha "123456", usada por cerca de 1% dos usuários do RockYou.com. Outras senhas incluem nomes próprios, gírias, palavras conhecidas e senhas triviais, compostas por letras vizinhas no teclado, por exemplo. O estudo também identificou que muitas das senhas são usadas também em outros sites, incluindo os de redes de relacionamento e de lojas virtuais. Segundo a empresa, quanto mais curta e simples a senha escolhida, mais suscetível o usuário está aos ataques. Em geral, sites recomendam que as senhas contenham algarismos e letras, além de caracteres em letras maiúsculas e minúsculas.

Ataques automatizados

"As pessoas precisam entender que os ciberataques são automatizados: com um mínimo esforço, um hacker pode ganhar acesso a uma nova conta a cada segundo - ou mil contas a cada 17 minutos", explicou Amichai Shulman, um dos diretores da Imperva. "O problema mudou muito pouco nos últimos 20 anos", disse Shulman, referindo-se a um estudo de 1990, que mostrava um padrão de escolha de senhas parecido com os de hoje.

As senhas mais comuns :
123456

12345

123456789

Password ("senha")

iloveyou ("eu te amo")

princess ("princesa")

rockyou (o nome do site pesquisado)

1234567

12345678

abc123

Fonte: Imperva



segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Campus Party -São Paulo, Centro Imigrantes, 25 até 31 janeiro 2010

CAMPUS PARTY


É a festa da tecnologia... o Máximo.

Campus Party é considerado o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. Este  encontro anual vem sendo realizado desde  o ano de 1997, e reúne, durante sete dias, milhares de participantes com seus computadores com a finalidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às  tecnologias digitais.Os participantes da Campus Party mudam-se com seus computadores, malas e barracas para dentro das instalações do evento.  Encontram  lá uma completa e organizada  infra-estrutura de serviços, lazer, higiene, segurança, alimentação e, principalmente, tecnologia. Durante uma semana a Campus Party transforma-se na casa de todos os participantes. Foi após 12 edições na Espanha, que a Campus Party iniciou em 2008 seu processo de internacionalização. E o Brasil foi o primeiro país escolhido para receber a maior festa mundial da internet. Na última edição, realizada em janeiro de 2009, a Campus Party Brasil recebeu 6.655 campuseiros e mais de 118 mil visitantes da Área Expo e Lazer. Quanto ao conteúdo  o evento oferece 24 horas de atividades por dia, num espaço com quatro zonas temáticas, que abrangem  que vão desde a criatividade digital à robótica. Durante esta semana, os campuseiros têm a oportunidade de participar de oficinas, palestras, demonstrações, concursos e outras atividades.E o que considero de extrema importância é que os campuseiros estão inseridos em um universo colaborativo e  participativo, numa rede  demonstrativa de que o conhecimento aumenta quando compartilhado.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Relatório da Unesco diz que Brasil tem baixos índices na educação básica

Ver e agir é preciso... Publicado no portal UOL, em 19/01/2010 - 21h48.

O Brasil apresenta alta repetência e baixos índices de conclusão da educação básica, aponta o relatório "Monitoramento de Educação para Todos 2010", lançado nesta terça-feira pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). Na região da América Latina e Caribe, a taxa de repetência média para todas as séries do ensino fundamental é de 4,4%. No Brasil, o índice é de 18,7% --o maior de todos os países da região.

Apesar disso, o Brasil está no grupo de países intermediários em relação ao cumprimento de metas sobre acesso e qualidade de ensino estabelecidos pela organização. O país ocupa a 88ª posição em um ranking de 128 países.

Em 2000, mais de 160 países assinaram o compromisso Educação para Todos, que previa o cumprimento de seis metas incluindo a universalização do ensino fundamental, a redução da taxa de analfabetismo e a melhoria da qualidade do ensino. Para isso, criou um Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (IDE).

A Noruega lidera o ranking da Unesco. Ela e mais 60 países estão no grupo daqueles que já cumpriram ou estão perto de atingir todos os objetivos firmados no compromisso. Trinta e seis estão no grupo "intermediário" e 30 são classificados como tendo IDE baixo.

Entre as quatro principais metas estabelecidas pela Unesco, o Brasil tem um bom desempenho na alfabetização, no acesso ao ensino fundamental e na igualdade de gênero. Mas tem um baixo desempenho quando se analisa o percentual de alunos que conseguem passar do 5º ano do ensino fundamental. O relatório destaca algumas iniciativas do Brasil para melhorar a qualidade da educação, como o programa Brasil Alfabetizado, o Bolsa Família, o Fome Zero e as mudanças na política de financiamento.

"No Brasil, por exemplo, o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) desempenha papel importante para a redução do deficit de financiamento de educação e para uma distribuição mais equitativa dos recursos entre áreas ricas e pobres", aponta o relatório.

SBIE 2010

ENTRE EM CONTATO...

Apresentação de Augusto Franco no Nodo PB dia 12.09.09 em Campina Grande

CHAT : Educar na Era Digital

TRECHO DE TEXTO DE PAULO FREIRE

"De nada serve, a não ser para irritar o educando e desmoralizar o discurso hipócrita do educador, falar em democracia e liberdade mas impor ao educando a vontade arrogante do mestre" ( FREIRE, Paulo. Professora sim, Tia não, 1995)

Que tal Ler ??? INDICO PARA VOCÊ

Indico este livro que foi traduzido para o Português:

Homo Zappiens: educando na era digital/Wim Veen, Ben Vrakking: tradução Vinicius Figueira. - Porto Alegre: Artmed, 2009. 141 p.

Educar é um compromisso social

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Simpósio Integrador-Semana CEDUC/UEPB

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Localiza-se na praia Pirangi com área de 100 por 80 metros, produção de 70.000 cajus por ano, bem doces e já tem 115 anos. Minha foto predileta de setembro

Foto tirada por mim em 19.07.09

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É mais importante construir o ninho ou ensinar uma andorinha a voar?

Meu Cenário : UEPB Universidade Estadual da Paraíba

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Centro onde atuo no curso de Licenciatura em Computação